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Ligações falsas prejudicam serviços de emergência

Durante a pandemia de coronavírus, os atendimentos e chamadas de emergência aumentaram, mas muitas vezes essas ligações são falsas. Essa prática prejudica o trabalho dos serviços de urgência, fazendo com que equipes se desloquem para um atendimento falso em vez de atender um caso realmente grave. Além de gerar prejuízos econômicos aos cofres públicos.

Muitas das ligações são feitas por crianças, por isso, é importante que os pais fiquem atentos e expliquem os danos que trotes podem acarretar. Mas os adultos também estão entre os autores das ligações de trote. "Quando alguém passa trote, está atrasando uma ocorrência séria. Seja para o SAMU ou para os demais serviços de urgência e emergência, isso pode acarretar grandes danos com o atraso no atendimento a quem realmente precisa e um alto custo desnecessário ao Estado. É preciso entender que quem paga essa conta é a própria sociedade, incluindo quem fez a ligação falsa", afirma o deputado federal Heitor Freire.

Atualmente, o trote é considerado crime, previsto no artigo 340 do Código Penal, passível de detenção de seis meses ou multa. Quem pratica, está sujeito às sanções da lei. “Os números de emergência só devem ser usados em uma situação real de perigo”, finaliza Freire.